Amantes de Dança
A dança pode existir como manifestação artística ou como forma de divertimento ou cerimônia. Como arte, a dança se expressa através dos signos de movimento, com ou sem ligação musical, para um determinado público, que ao longo do tempo foi se desvinculando das particularidades do teatro.
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
segunda-feira, 7 de julho de 2014
domingo, 25 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
quinta-feira, 15 de maio de 2014
quarta-feira, 14 de maio de 2014
terça-feira, 13 de maio de 2014
segunda-feira, 12 de maio de 2014
https://www.youtube.com/watch?v=IpZVR5q0L_U
assista o nosso vídeo só foi um teste dependendo do que aconteça faremos mais obrigado pela atenção e tenham uma boa noite
sábado, 10 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
quarta-feira, 30 de abril de 2014
terça-feira, 22 de abril de 2014
quinta-feira, 17 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
quarta-feira, 2 de abril de 2014
terça-feira, 1 de abril de 2014
quinta-feira, 27 de março de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
terça-feira, 25 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
Balé
O balé surgiu no século XV, durante a Renascença, nas cortes italianas, embora o seu desenvolvimento tenha sido maior nas cortes francesas, no século XVII, durante o reinado de Luís XIV, fato que refletiu diretamente no vocabulário do balé. Apesar das grandes reformas de Noverre no século XVIII, o balé entrou em declínio na França depois de 1830. Entretanto ele continuou a ser aperfeiçoado na Dinamarca, Itália e Rússia.
Às vésperas da Primeira Guerra Mundial este gênero de dança foi reintroduzido na Europa Ocidental por uma empresa russa: a Ballets Russes de Sergei Diaghilev, que veio a ser influente em todo o mundo. A companhia de Diaghilev se tornou o destino de muitos dos bailarinos russos treinados que fugiam da fome e da agitação que se seguiu à revolução bolchevique. Estes bailarinos trouxeram muitas das inovações coreográficas e estilísticas que tinha florescido com os czares de volta ao seu lugar de origem.
No século XX, o balé continuou a se desenvolver e teve uma forte influência sobre a dança de concerto. Por exemplo, nos Estados Unidos, o coreógrafo George Balanchine desenvolveu o que hoje é conhecido como balé neoclássico. Os desenvolvimentos posteriores mais conhecidos incluem balé contemporâneo e balé pós-estrutural, visto no trabalho de William Forsythe, na Alemanha.
sábado, 22 de março de 2014
História da Dança
Na história da dança, pode-se verificar que ela é uma das maneiras encontradas pelo ser humano de expressar sua arte e movimentos e ainda é essencial para a contribuição na história da arte.
Benefícios da Dança para o Corpo
Flexibilidade
Para praticar a dança, é importante muita flexibilidade. Por esse motivo, a pessoa deve realizar uma boa série de alongamentos antes de começar a praticar. Durante a própria dança, é exigido do dançarino que ele busque trabalhar o extremo de cada músculo de seu corpo e como isso pode causar dores musculares, o importante é estar preparado.
Força
Quando a pessoa dança, ela está forçando seu corpo para que ele resista ao peso corporal. Os saltos de alguns tipos de dança exigem o uso de muita força.
Resistência
Para quem pretende praticar a dança, é importante acostumar o seu músculo com a série de exercícios feitas durante a coreografia. Com o corpo cada vez mais adaptado a prática de dança, você sentirá menos dores e desconforto muscular.
Bem-Estar
Com a dança, as pessoas podem criar um convívio com as pessoas e estabelecer contatos. A sensação de bem-estar é adquirida com as conversas e a convivência com outras pessoas que compartilham a pratica. Dançar acima de tudo te ajuda a manter uma vida saudável e feliz.
salsa
A música hoje chamada salsa é uma mescla de ritmos afro-americanos, tais como o son montuno, o mambo, Cha-cha-chá, e a rumba cubanos. Fontes dizem que a salsa nasceu nos bairros de Nova Iorque por volta dos 1971. Mas a verdade é que a Salsa surgiu depois que a banda La Sonora Matancera saiu de Cuba, durante a revolução cubana e se instalou no México, foram eles que criaram o nome Salsa, Sonora Matancera é considerado como The Beatles Latinos.
Dança de Quadrilha
Os
comandos da dança mais utilizados são:
BALANCÊ
(balancer) - Balançar o corpo no ritmo da música, marcando o passo, sem sair do
lugar.
É usado
como um grito de incentivo e é repetido quase todas as vezes que termina um
passo. Quando um comando é dado só para os cavalheiros, as damas permanecem no
BALANCÊ.
E vice-versa,
ANAVAN
(en avant) - Avante, caminhar balançando os braços.
RETURNÊ
(returner) - Voltar aos seus lugares.
TUR
(tour) - Dar uma volta: Com a mão direita, o cavalheiro abraça a cintura da
dama. Ela coloca o braço esquerdo no ombro dele e dão um giro completo para a
direita.
Para
acontecer a Dança é preciso seguir os seguintes Passos:
01.
Forma-se uma fileira de damas e outra de cavalheiros. Uma, diante da outra,
separadas por uma distância de 2,5m. Cada cavalheiro fica exatamente em frente
à sua dama. Começa a música. BALANCÊ é o primeiro comando.
02.
CUMPRIMENTO ÀS DAMAS OU "CAVALHEIROS CUMPRIMENTAR DAMAS"
Os
cavalheiros, balançando o corpo, caminham até as damas e cada um cumprimenta a
sua parceira, com mesura, quase se ajoelhando em frente a ela.
03.
CUMPRIMENTO AOS CAVALHEIROS OU "DAMAS CUMPRIMENTAR CAVALHEIROS"
As
damas, balançando o corpo, caminham até aos cavalheiros e cada uma cumprimenta
o seu parceiro, com mesura, levantando levemente a barra da saia.
04.
DAMAS E CAVALHEIROS TROCAR DE LADO
Os
cavalheiros dirigem-se para o centro. As damas fazem o mesmo.
Com os
braços levantados, giram pela direita e dirigem-se ao lado oposto. Os
cavalheiros vão para o lugar antes ocupado pelas damas. E vice-versa,
05.
PRIMEIRAS MARCAS AO CENTRO
Antes do
início da quadrilha, os pares são marcados pelo no. 1 ou 2. Ao comando
"Primeiras marcas ao centro , apenas os
pares de
vão ao centro, cumprimentam-se, voltam, os outros fazem o "passo no lugar
. Estando no centro, ao ouvir o marcador
pedir
balanceio ou giro, executar com o par da fileira oposta. Ouvindo "aos seus
lugares , os pares de no. 1 voltam à posição anterior. Ao comando de
"Segundas marcas ao centro , os pares de no. 2 fazem o mesmo.
06.
GRANDE PASSEIO
As filas
giram pela direita, se emendam em um grande círculo. Cada cavalheiro dá a mão
direita à sua parceira. Os casais passeiam em um grande círculo, balançando os
braços soltos para baixo, no ritmo da música.
07.
TROCAR DE DAMA
Cavalheiros
à frente, ao lado da dama seguinte. O comando é repetido até que cada
cavalheiro tenha passado por todas as damas e retornado para a sua parceira.
08.
TROCAR DE CAVALHEIRO
O mesmo
procedimento. Cada dama vai passar portadas os cavalheiros até ficar ao lado do
seu parceiro.
09. O
TÚNEL
Os
casais, de mãos dados, vão andando em fila. Pára o casal da frente, levanta os
braços, voltados para dentro, formando um arco. O segundo casal passa por baixo
e levanta os braços em arco. O terceiro casal passa pelos dois e faz o mesmo. O
procedimento se repete até que todos tenham passado pela ponte.
10.
ANAVAN TUR
A doma e
o cavalheiro dançam como no TUR. Após uma volta, a dama passa a dançar com o
cavalheiro da frente. O comando é repetido até que cada dama tenha dançado com
todos os cavalheiros e alcançado o seu parceiro.
11.
CAMINHO DA ROÇA
Damas e
cavalheiros formam uma só fila. Cada dama à frente do seu parceiro. Seguem na
caminhada, braços livres, balançando. Fazem o BALANCË, andando sempre para a
direita.
12. OLHA
A COBRA
Damas e
cavalheiros, que estavam andando para a direita, voltam-se e caminham em
sentido contrário, evitando o perigo.
Vários
comandos são usados para este passo: "Olha a chuva , "Olha a inflação
, Olha o assalto , "Olha o (cita-se o nome de um político impopular na
região). A fileira deve ir deslizando como uma cobra pelo chão.
13. É
MENTIRA
Damas e
cavalheiros voltam a caminhar para a direita. Já passou o perigo. Era alarme
falso.
14.
CARACOL
Damas e
cavalheiros estão em uma única fileira. Ao ouvir o comando, o primeiro da fila
começa a enrolar a fileira, como um caracol.
15.
DESVIAR
É o
palavra-chave para que o guia procure executar o caracol, ao contrário, até
todos estarem em linha reta.
16. A
GRANDE RODA
A fila é
único agora, saindo do caracol. Forma-se uma roda que se movimenta, sempre de
mãos dados, à direita e à esquerdo como for pedido. Neste passo, temos
evoluções. Ouvindo "Duas rodas, damas para o centro; as mulheres vão ao
centro, dão as mãos.
Na
marcação "Duas rodas, cavalheiros para dentro, acontece o inverso, As
rodas obedecem ao comando, movimentando para a direita ou para esquerda. Se o
pedido for "Damas à esquerda e "Cavalheiros à direita ou vice-versa,
uma roda se desloca em sentido contrário à outra, seguindo o comando.
17.
COROAR DAMAS
Volta-se
à formação inicial das duas rodas, ficando as damos ao centro. Os cavalheiros,
de mãos dados, erguem os braços sobre as cabeças das damas. Abaixam os braços,
então, de mãos dados, enlaçando as damas pela cintura. Nesta posição, se
deslocam para o lado que o marcador pedir.
18.
COROAR CAVALHEIROS
Os
cavalheiros erguem os braços e, ao abaixar, soltam as mãos. Passam a manter os
braços balançando, junto ao corpo. São as damas agora, que erguem os braços, de
mãos dados, sobre a cabeça dos cavalheiros. Abaixam os braços, com as mãos
dados, enlaçando os cavalheiros pela cintura. Se deslocam para o lado que o
marcador pedir.
19. DUAS
RODAS
As damas
levantam os braços, abaixando em seguida. Continuam de mãos dados, sem enlaçar
os cavalheiros, mantendo a roda. A roda dos cavalheiros é também mantida. São
novamente duas rodas, movimentando, os duos, no mesmo sentido ou não, segundo o
comando. Até a contra-ordem!
20.
REFORMAR A GRANDE RODA
Os
cavalheiros caminham de costas, se colocando entre os damas. Todos se dão as
mãos. A roda gira para a direita ou para a esquerda, segundo o comando.
21.
DESPEDIDA
De um
ponto escolhido da roda os pares se formam novamente, Em fila, saem no GALOPE,
acenando para o público. A quadrilha está terminada. Nas Festas Juninas
Mineiras, Paranaenses e Paulistas, após o encerramento da quadrilha, os músicos
continuam tocando e o espaço é liberado para os casais que queiram dançar
sexta-feira, 21 de março de 2014
Principais danças folclóricas do Brasil
Samba de Roda
Estilo musical caracterizado por elementos da cultura afro-brasileira. Surgiu no estado da Bahia, no século XIX. É uma variante mais tradicional do samba. Os dançarinos dançam numa roda ao som de músicas acompanhadas por palmas e cantos. Chocalho, pandeiro, viola, atabaque e berimbau são os instrumentos musicais mais utilizados.
Maracatu
O maracatu é um ritmo musical com dança típico da região pernambucana. Reúne uma interessante mistura de elementos culturais afro-brasileiros, indígenas e europeus. Possui uma forte característica religiosa. Os dançarinos representam personagens históricos (duques, duquesas, embaixadores, rei e rainha). O cortejo é acompanhado por uma banda com instrumentos de percussão (tambores, caixas, taróis e ganzás).
Frevo
Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.
Baião
Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.
Catira
Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás e Mato Grosso. Os instrumento utilizado é a viola, tocada, geralmente, por um par de músicos.
Samba de Roda
Estilo musical caracterizado por elementos da cultura afro-brasileira. Surgiu no estado da Bahia, no século XIX. É uma variante mais tradicional do samba. Os dançarinos dançam numa roda ao som de músicas acompanhadas por palmas e cantos. Chocalho, pandeiro, viola, atabaque e berimbau são os instrumentos musicais mais utilizados.
O maracatu é um ritmo musical com dança típico da região pernambucana. Reúne uma interessante mistura de elementos culturais afro-brasileiros, indígenas e europeus. Possui uma forte característica religiosa. Os dançarinos representam personagens históricos (duques, duquesas, embaixadores, rei e rainha). O cortejo é acompanhado por uma banda com instrumentos de percussão (tambores, caixas, taróis e ganzás).
Frevo
Este estilo pernambucano de carnaval é uma espécie de marchinha muito acelerada, que, ao contrário de outras músicas de carnaval, não possui letra, sendo simplesmente tocada por uma banda que segue os blocos carnavalescos enquanto os dançarinos se divertem dançando. Os dançarinos de frevo usam, geralmente, um pequeno guarda-chuva colorido como elemento coreográfico.
Spok Frevo Orquestra - Instrumental SESC Brasil - 2011 - o frevo ao som de orquestra.
Baião
Ritmo musical, com dança, típico da região nordeste do Brasil. Os instrumentos usados nas músicas de baião são: triângulo, viola, acordeom e flauta doce. A dança ocorre em pares (homem e mulher) com movimentos parecidos com o do forró (dança com corpos colados). O grande representante do baião foi Luiz Gonzaga.
Catira
Também conhecida como cateretê, é uma dança caracterizada pelos passos, batidas de pés e palmas dos dançarinos. Ligada à cultura caipira, é típica da região interior dos estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Goiás e Mato Grosso. Os instrumento utilizado é a viola, tocada, geralmente, por um par de músicos.
sábado, 15 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
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